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Foi o que disse o paranaense e relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin. Para ele, o modelo de força-tarda de investigações do Ministério Público “produz mais resultados”, mas faz questão de frisar que a dissolução da operação pela PGR não significa o fim dos trabalhos.Segundo Fachin, o que pode estar prestes a acabar é o “lavajatismo”, a doença infantil que surgiu da Lava Jato, segundo ele, e que de um lado só vê defeitos nas apurações e, de outro, só enxerga qualidades na atuação da operação.
O ministro foi entrevistado pelo jornalista Matheus Teixeira, da Folha de São Paulo.


