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Desde o início da pandemia do novo coronavírus, devido às restrições sociais, Cláudio Simplício de Souza, de 43 anos, diz ter sido obrigado a inovar para conseguir manter sua fonte de renda: a venda de drogas. O rapaz lançou mão de uma ferramenta tecnológica para se manter próximo, ao menos virtualmente, dos seus clientes da Zona Sul do Rio: ele passou a oferecer cocaína em aplicativos de paquera.
A informação é do GLOBO.


