Policiais civis e militares, também os agentes penitenciários do Paraná podem juntar-se aos profissionais da educação e, unidos, botarem seus blocos na rua. Em outras palavras, fazer greve. Isso deve causar um “fuzuê” generalizado no estado.
Segundo o jornalista Esmael de Moraes, servidores das forças de segurança pública do Paraná estão unidos na luta pela valorização profissional e pelo pagamento da data-base. Com esse objetivo, na próxima quarta-feira (24), será lançada a UFS (União das Forças de Segurança do Paraná) para que possam trabalhar juntos em busca de avanços.
Os policiais civis, policiais militares e agentes penitenciários não descartam unificar uma virtual greve com os professores. No primeiro dia de março, a educação básica paranaense vai deflagrar uma greve contra o retorno às aulas presenciais. Os trabalhadores do magistério alegam riscos sem vacinação e equipamentos nas escolas.


