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Grupo de Damares, que vai revisar a Política Nacional de Direitos Humanos, tem militantes antiaborto e militares. Dispositivo impede que a sociedade civil e a imprensa tenham acesso ao conteúdo discutido.
O escolhido para coordenar o grupo de trabalho é um militar católico ligado à seguidores de Olavo de Carvalho. A advogada representante da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, no grupo de trabalho, é contra o aborto, mesmo em caso de estupro.
A reportagem mais que pertinente é da Agência Pública.


