O Supremo Tribunal Federal está, há alguns dias, discutindo se as igrejas devem ou não abrir para receber os fiéis. Talquei, talquei. As pautas sobre a pandemia, o que fecha e o que abre, já foi decidido pelo egrégio. Estão autorizados os mandatários municipais e estaduais, eles têm o poder de decretar, normatizar regras para o enfrentamento dessa maligna doença, que pode matar 100 mil pessoas neste mês de abril.
Se são os executivos que devem determinar. Por que nova discussão? Imagino ser de melhor alvitre que decisões tomadas em um ato unilateral não podem alterar uma decisão do colegiado. Os louquinhos para assumir a próxima vaga do STF jogam para os irmãos evangélicos e para o presidente da República. Tanto Augusto Aras como André Mendonça estão fazendo um “circo”. Vamos ver quem leva. Uma coisa é certa, o STF não deve apoiar a abertura das entidades religiosas.


