A Controladoria-Geral da União explicou direitinho, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, que os R$ 2,4 milhões gastos pelo presidente em viagens à praia, entre 18 de dezembro de 2020 a 5 de janeiro deste ano, em São Francisco do Sul, no litoral catarinense, e Guarujá, em São Paulo, na verdade não foram para o descanso do presidente. Ele estava de fato “trabalhando fora do local costumeiro”.

Olha a justificativa do Ministro da pasta Wagner Rosário:
“Foi colocado no requerimento que ele estava de férias, mas presidente não tem direito a férias. Ele permaneceu trabalhando normalmente. Nos períodos das viagens ele despachou com seus ministros e assessores e só nesse período assinou um decreto, sete medidas provisórias e sancionou seis projetos de lei”.


