A política entreguista do Ministério do Meio Ambiente chega ao Paraná

É para chutar o pau da barraca, o que vem acontecendo em diversos cantos do país, chegou à Paranaguá, o Ibama do Paraná exonerou o chefe da unidade técnica do órgão no Porto de Paranaguá (PR), o segundo maior do país em volume de exportações em geral e também de madeira, cujo total exportado pelo Paranaguá –incluindo de madeiras de áreas plantadas – foi de 118 mil m3 em 2020.

O chefe exonerado é Antonio Fabricio Vieira, servidor do órgão há 26 anos. Ele assinou um relatório em fevereiro em que informa a realização da fiscalização de cargas a serem exportadas pelo porto de Paranaguá, em um total de 35.822 m3 de madeira nativa ao longo do último ano. O total da carga movimentou R$301,2 milhões.

Segundo reportagem do site O TEMPO, o trabalho realizado pelo funcionário exonerado deve gerar 30 autos de infração, por falta de documentação válida para todo o período de transporte da carga. A exportação de madeira nativa exige o Documento de Origem Florestal. Como se vê no Ministério do Meio Ambiente, funcionário que trabalha dentro da lei não tem qualquer tipo de apoio e proteção.

É muito entreguismo.

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