MORTE 2

Nem queria falar sobre o julgamento de Tatiana Spitzner

Porém, pelas circunstâncias e necessidade de se pronunciar, uma coisa é certa. Nem vou dizer se o cara “moleque” é culpado ou inocente. A verdade é que matar ou morrer torna-se algo circunstancial. Uns defendem a vítima, o que é necessário, e os defensores do réu, por ora, fazem dentro da legislação de forma competente uma defesa normalíssima. Não se assustem com o resultado. Tudo pode acontecer.

 

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