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Os cálculos são do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor que considera os projetos que já poderiam ter o contrato rompido por passarem mais tempo do que o permitido sem gerar energia.
Segundo Clauber Leite, que é coordenador do Programa de Energia e Sustentabilidade do Idec, que enviou nesta quarta (26/05/21) carta à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) cobrando uma solução. Para ele, “é evidente o dano ao consumidor”. O assunto é tema de reportagem na edição da Folha de São Paulo, desta quinta-feira (26/05/21).
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