barba

Quando a Covid deixa sequelas

OgazeteirO tem amizade com um senhor que contraiu a Covid e que teve alta, mas vem perdendo memória, dia a dia. A família está desolada. Segundo o Ministério da Saúde, já são mais de 14 milhões de recuperados, um número que reflete as altas taxas de contaminação pelo Sars-Cov-2 no país.

Segundo reportagem, destaque na edição desta quinta-feira (17/06/21) do jornal Bem Paraná, as sequelas deixadas pela covid-19 ainda estão sendo estudadas pela ciência e vão muito além das consequências respiratórias e pulmonares, como fadiga e falta de ar.

Alguns estudos apontam que cerca de 80% dos pacientes de covid-19 que se recuperam apresentam algum tipo de sintoma até quatro meses depois da infecção. Para a nefrologista e professora de Clínica Médica da Universidade Positivo (UP), Mariane Rigo Laverdi, uma das características mais marcantes da doença é que suas sequelas não se limitam ao sistema respiratório, mas atingem diversos sistemas. “A sequela pulmonar, que é a mais conhecida, pode até ser a mais grave, mas não vem sozinha. O paciente que teve covid sai do hospital muito debilitado, até mesmo desnutrição. Fadiga intensa, fraqueza e perda de força muscular são comuns por ficar muito tempo em repouso, o que impacta na redução da funcionalidade do paciente. Sem contar as sequelas psicológicas, que são muito significativas”, explica.

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • bio

    © 2021. Todos direitos reservados a OgazeteirO. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

    Participe do nosso grupo de WhatsApp