Na boca do presidente, teorias da conspiração viram discurso de Estado e se refletiram em decisões do governo referentes a recusa a vacinas, promoção da cloroquina e incentivo à desinformação, afirma pesquisadora.
Teorias da conspiração, narrativas inventadas nas quais há sempre um inimigo tramando algo para dominar uma situação, acompanham Jair Bolsonaro há muito tempo como estratégia política. Com ele na Presidência da República e diante de uma pandemia mundial, tornaram-se também guia para políticas públicas.
A conclusão é de um estudo liderado pela antropóloga Isabela Kalil, professora da Escola de Sociologia e Política de São Paulo e coordenadora do Observatório da Extrema Direita (OED Brasil), publicado no início de junho na revista científica Global Discourse, da Universidade de Bristol.
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