Representante de uma vendedora de vacinas afirmou que recebeu pedido de propina de US$ 1 por dose em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.
A informação é exclusiva da Folha de São Paulo.
Na matéria que é assinada pela jornalista Constança Rezende, um representante da empresa Davati Medical Supply, garante que um funcionário do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou propina para compra da vacina AstraZeneca.
O funcionário teria sido indicado pelo líder do governo Bolsonaro, Ricardo Barros (PP).
O que teria dito Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply:
“Eu falei que nós tínhamos a vacina, que a empresa era uma empresa forte, a Davati. E aí ele falou: ‘Olha, para trabalhar dentro do ministério, tem que compor com o grupo’. E eu falei: ‘Mas como compor com o grupo? Que composição que seria essa?.
O bicho vai pegar….


