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Gilmar Mendes (STF), através das redes sociais, comentou a aprovação do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões para 2022. A grana foi aprovada juntamente com a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, e a dinheirama é de praticamente mais que três vezes do valor deste ano.

A falação de Mendes:
“Em 2015, quando o STF proibiu a doação de PJs [pessoas jurídicas] nas eleições, alertei para o risco de inflação exorbitante do fundão. Ao invés, deveríamos fortalecer a fiscalização dos gastos de campanha (historicamente frágil). Em um sistema complexo, não há fórmulas prontas e nem almoço grátis”.
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