A chegada dos meses mais secos na Amazônia, de agosto a outubro, traz um roteiro previsível para a química Luciana Gatti, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). É quando a floresta, depois de desmatada, é queimada e, como consequência, despeja na atmosfera toneladas de gases de efeito estufa.
As informações foram publicadas na “Nature”, e ganhou reportagem em dos site mais importantes do planeta, DW – Deutsche Welle.
Segundo a matéria, o que Gatti não esperava é que esse ciclo de destruição, que voltou a crescer desde 2013 mas foi muito acelerado a partir de 2019, já estivesse acabando com uma função importante da maior floresta tropical do mundo: absorver carbono, vital para o equilíbrio do clima do planeta. “O sofrimento da floresta é tão grande que ela não está dando conta”, resume a pesquisadora.


