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Cadeia Pública de Arapongas: Governo do Paraná libera R$ 7,3 milhões para a construção desta obra tão reivindicada pela cidade

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou nesta segunda-feira (19) a ordem de serviço que autoriza as obras de construção da Cadeia Pública de Arapongas, no Norte do Paraná. A nova unidade terá 136 vagas para presos masculinos, e visa melhorar o sistema penitenciário estadual. A assinatura foi realizada em um ato no Palácio Iguaçu.

“Essa é uma obra que Arapongas pede há mais de 20 anos. Com esse investimento, vamos criar uma cadeia que segue a finalidade de uma construção moderna, que traz mais segurança e um ambiente mais higiênico e sociável para quem está pagando sua pena”, afirmou o governador.

O complexo será um Centro de Detenção Provisória (CDP), local onde ficam os presos que ainda aguardam julgamento. O espaço será construído em um terreno de cerca de 2 mil metros quadrados, doado pelo município. O investimento será de R$ 7,3 milhões, financiado com recursos do Tesouro do Estado. A expectativa é que a obra leve 12 meses, sendo finalizada em julho de 2022.

O prefeito de Arapongas, Sergio Onofre, reforçou que a obra é esperada com ansiedade pela população. “Arapongas ganha um grande presente hoje. Nossa cadeira atualmente fica dentro da cidade, e precisa sair de lá. Com essa nova construção, a gente vence essa barreira. Além disso, tenho certeza que haverá também uma valorização do local onde o presídio será desmanchado”, explicou.

O terreno onde será construído o CDP fica na Rua Rouxinol, na região do Parque Industrial XI, ao Sul da cidade. O terreno foi cedido pela prefeitura de Arapongas à Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas (SEDU), por meio da Paraná Edificações. A escritura definitiva da doação foi assinada pelas partes em maio deste ano.

A obra faz parte do planejamento estratégico da Secretaria de Estado da Segurança Pública para melhoria do sistema penitenciário do Paraná. Uma das metas é reduzir o número de presos em delegacias, abrindo novas vagas e transferindo-os para presídios. Desde 2019, o número passou de 12 mil para 800 presos, atualmente.

“Acredito que, com as novas penitenciárias sendo entregues pelo Estado, a gente consiga zerar esse assunto com a Polícia Civil e organizar, dentro do Paraná, um fluxo para que não haja mais superpopulação de presos”, afirmou o secretário da pasta, Romulo Marinho Soares.

“Nossa meta é zerar esse número, colocando essas pessoas em locais mais adequados e deixando que a Polícia Civil cumpra sua finalidade de investigação”, complementou o governador.

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