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“A contagem pública manual de cerca de 150 milhões de votos significará a volta ao tempo das mesas apuradoras, cenário das fraudes generalizadas que marcaram a história do Brasil”.
O texto faz parte do documento assinado por 9 ministros do Supremo Tribunal Federal e ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral.
O único ministro que não assinou a nota de repúdio às declarações do presidente Bolsonaro, guerreiro e contra a modernidade, ou seja, a favor do voto impresso, foi o ministro Kassio Nunes Marques que foi indicado pelo presidente da República para o STF.
Abaixo, o documento na íntegra.
JUSTIÇA ELEITORAL


