Conforme informações repassadas à reportagem do portal CATVE, eles profissionais vão cruzar os braços, com a suspensão de todas as movimentações de presos dentro das unidades penais, e também não serão realizadas atividades como trabalho e estudo, nem atendimentos jurídicos e sociais ou visitas virtuais. Só entrega de comida e medicação e cumprimento de decisões judiciais.
Foto/Arquivo/Catve
De acordo com Ricardo de Carvalho Miranda, presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Paraná, as manifestações iniciaram no começo de maio e eles pedem que as promoções atrasadas há cerca de três anos sejam pagas. Pedem também a implantação do plano de carreira de salários, que segundo o presidente irá facilitar a contratação de mais servidores.
Ele ainda contou que o quadro de policiais está defasado, com apenas 2.700 funcionários prestando serviço diante de 30 mil presidiários. Continuou falando que é necessário aumentar o efetivo nas penitenciárias pois as chances de fuga nas unidades aumentam. Ainda confirmou que caso são sejam atendidos a mobilização será intensificada. Também haverá um ato no complexo penitenciário em Piraquara, com servidores de várias cidades do estado. Assim como em frente à Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão.


