A nova versão, via relatório do deputado Arthur Maia apresentada à Comissão Especial da Reforma Administrativa, consegue ser pior do que a primeira. O relator cedeu ainda mais às pressões puramente corporativas de associações de servidores públicos. Deixou de corrigir os erros do projeto do governo e contribuiu com novos desvios de sua autoria, constitucionalizando o que deveria eliminar.

E pior: o relatório previu vantagens e proteções cujo único sentido é, distorcendo a Constituição democrática de 1988, reforçar a caminhada em direção a um Estado policial no Brasil. Nosso país precisa reagir enquanto é tempo. As informações estão em uma das principais chamadas do Estadão deste domingo (19/09/21). Segundo o material, assinado por Ana Carla Abrão, Armínio Fraga e Carlos Sundfeld diz, entre isso e aquilo, que o novo relatório da reforma faz do Brasil uma república de policiais.
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