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A pasta teria pagado R$ 193,4 milhões antecipados a uma empresa intermediária responsável por fornecer máscaras chinesas no auge da pandemia da Covid. O problema é que o ministério não conseguiu comprovar o recebimento dos produtos.
Segundo Vinicius Sassine (Folha de São Paulo), o pagamento e a falta de comprovação foram apontados em um relatório de auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União). O documento foi concluído em 4 de agosto e inserido no sistema de consulta pública de auditorias em 22 de setembro deste ano.



