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Na verdade, a zona de conforto do ex-presidente está entrando em uma área em que o desconforto pode ser eminente. Segundo os jornalistas Alberto Bombig e Matheus Lara, nos últimos meses, questões espinhosas como corrupção nos governos petistas, repressão em Cuba, machismo e intolerância da esquerda passaram a figurar na agenda política e seguem sem respostas.
Segundo o texto dos gazeteiros, veiculado no Estadão, a conjuntura difícil também faz crescer dúvidas quanto à agenda econômica do PT, até agora repleta de platitudes populistas. Não bastasse, petistas explodiram a frente anti-Bolsonaro. Tudo somado, pesquisas indicam que o “crescimento inercial” da pré-candidatura de Lula pode ter chegado ao fim.
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