Bolsonaro não prevaricou

É o que concluiu a Polícia no caso da compra da vacina Covaxin, aquela encrenca que passou por alguns políticos e contou com o paranaense, líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP). Em relatório enviado nesta segunda-feira (31/01/22) à ministra Rosa Weber, relatora do caso no STF, a PF afirmou que não ficou demonstrada de forma material a ocorrência de conduta criminosa.

A PF ainda informou à magistrada que avaliou desnecessário interrogar Bolsonaro no caso. TUDO DO JEITO QUE O CAPETA GOSTA!

 

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