Processos que tramitam na polícia e na Justiça dão conta que pelo menos 25 Caçadores, Atiradores e Colecionadores foram acusados ou condenados por fazerem parte de organizações criminosas que agem em nove estados.
Com a nova legislação do armamento, muitas armas utilizadas por paramilitares são adquiridas legalmente utilizando argumentos que são caçadores e “las cositas más”.
O assunto é destaque de capa do GLOBO, edição deste domingo (20/02/22),
Segundo a reportagem que foi produzida pelo jornalista Rafael Soares, no início de 2021, a milícia invadiu a favela do Quitungo, na Zona Norte do Rio. Em 15 de abril, seis homens foram presos quando recolhiam os valores comerciantes. Dois milicianos estavam com pistolas na cintura. Na abordagem, uma surpresa. Eles afirmaram que adquiriram suas armas legalmente. Eles tinham o certificado de registro de atiradores desportivos, emitido pelo Exército, e integravam a categoria de Caçadores, Atiradores e Colecionadores, os CACs.
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