A frase falada aos quatro cantos país sobre o ex-juiz e ex-ministro, por ora aprendiz de político, Sergio Moro, foi dita pelo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.
Todos se lembram que Moro saiu do governo atirando. Pois, pois, Serginho, como se sabe, esteve no Podemos, onde foi aplaudido, recebido com honras, trompetes e tapete vermelho.
Na legenda, realizou gastanças exageradas e reclamou por mais dinheiro. Deixou o partido e foi para o União Brasil, líder em recursos do Fundo Eleitoral. Não é que agora, enfrentando dificuldades em colocar sua conversinha fiada junto ao eleitorado para tentar viabilizar sua eleição para o Senado, vem dizendo, ao menos é o que a revista VEJA noticiou nesta quinta-feira (25/08/22), “coisinhas” estranhas e mal contadas.
A reportagem, assinada pela jornalista Laryssa Borges, dá conta que a saída de Moro do Podemos foi por conta de suspeitas de corrupção envolvendo os dirigentes da sigla. Palavras jogadas ao vento, no sentido de justificar o injustificável, a sua maneira “rasteira”.
Serginho, hoje convivendo com ilustres políticos do União Brasil, todos idôneos, honestíssimos e sem qualquer problema junto à justiça do País, como o experiente ex-governador do Rio de Janeiro Antony Garotinho, vem dando exemplos nada próximos à confiabilidade.


