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A campanha de Lula passará a atacar a candidatura a reeleição do presidente Bolsonaro nos programas do horário político. Tudo para segurar os índices ligados à melhora da avaliação do governo e da economia, que acenderam o sinal de alerta na campanha do petista.
A informação é colunista Mônica Bergamo.
Em nota veiculada no site da Folha de São Paulo, a jornalista diz que a explicação é simples: mais satisfeitos com a economia, uma parcela maior de eleitores que hoje rejeita Bolsonaro poderia reconsiderar, até o dia da eleição (2 de outubro), a decisão de afastá-lo do poder.
É campanha, moçada.
Aguardemos!



