O moralismo exacerbado da Câmara de Vereadores de Curitiba foi o maior cabo eleitoral do vereador petista Renato Freitas
Bem feito para os nobres edis do legislativo pseudomoralista de “nossa Curitiba”. Passaram um bom tempo discutindo se cassavam ou não o vereador negro, acusado de invadir uma igreja enquanto protestava contra o assassinato brutal de dois negros no Rio de Janeiro.
A propósito, até o padre que realizava a missa afirmou categoricamente que não houve invasão.
Mesmo assim, os “representantes” da moral e dos bons costumes de plantão, inclusive um que se diz caçador de comunistas, tiveram que “enfiar a viola no saco” e ficar de boquinha fechada.
Cassaram, foram infelizes, se ferraram e sem querer fizeram propaganda para um grande homem que luta pelas causas de um povo historicamente oprimido.
Que lindo!
Caros moralistas de meia-tigela, podem chupar, que a cana é doce…
Renato Freitas foi eleito deputado estadual com de 50 mil votos.


