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Bolsonaro, o governo mais cinzento do planeta
Queimadas na Amazônia subiram 1.200% após a derrota do presidente. Ah, e o aumento é justamente nos estados em que o presidente venceu, com governadores aliados. Satélites do Inpe detectaram 3.332 focos de calor no Amazonas, Acre e Rondônia, entre 01 e 16 de novembro
A informação é do jornalista Vinicius Sassine.
Segundo reportagem que ele assina especialmente para a Folha de São Paulo, as queimadas na região que é hoje um dos principais arcos de devastação da Amazônia, cujos governadores reeleitos são bolsonaristas e onde Jair Bolsonaro (PL) obteve ampla votação, tiveram um aumento expressivo e sem precedentes nos dias que se sucederam à derrota do presidente nas urnas.
Dados de satélite do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registraram 3.332 focos de calor entre os dias 1º e 16 de novembro no Amazonas, no Acre e em Rondônia, região conhecida como Amacro. No mesmo período em 2021, foram 253 incêndios nos três estados. O aumento foi de 1.216%.


