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Os itens entraram ilegalmente no Brasil. A informação foi obtida com exclusividade pelo Estadão. A informação está na grande mídia. Acabamos de ver no site TERRA.
Segundo apurado pelo Estadão, a servidora relatou que, em novembro do ano passado, ou seja, mais de um ano após a entrada ilegal das joias no Brasil, o coordenador-geral do GADH, Erick Moutinho Borges, informou a ela que chegaria ao departamento o conjunto para ser incorporado ao acervo do então presidente Bolsonaro.
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