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Segundo reportagem da Folha de São Paulo, a candidatura foi articulada pelo presidente da Assembleia, Álvaro Porto (PSDB), que é tio do futuro conselheiro e irmão de Carlos Porto. Nesta terça, o tucano optou por não presidir a sessão por ser parente do indicado. A aprovação foi com o aval de 47 dos 49 deputados, em votação secreta em cédulas de papel.


