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Líder do MDB no Senado critica negociação

As negociações do presidente Michel Temer com os caminhoneiros não escaparam das críticas nem mesmo da líder do partido dele no Senado, Simone Tebet (MS). Na noite deste domingo (27), ela falou sobre a dificuldade do governo em aceitar o congelamento do preço do óleo diesel por 60 dias, exigência feita por caminhoneiros de São Paulo. Caminhoneiros autônomos, que foram ao Palácio do Planalto no final da tarde, exigem ainda mais: 90 dias. Na semana passada, o governo se comprometeu a congelar o preço por apenas um mês.  “Não consigo entender, diante do caos iminente e prejuízos bilionários, governo cede em reivindicações reivindicações difíceis, a serem compensadas pelo Tesouro (redução em R$ 0,46/litro diesel e MP que isenta pedágio para eixo suspenso) e empaca na prorrogação do congelamento do diesel para 60 dias”, escreveu Tebet no Twitter. “Sem entrar no mérito da legitimidade da greve, é hora de pensar nas consequências nefastas de mais um dia de paralisação”, publicou a senadora.

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