A informação é do grande jornalista Karlos Kohlbach.
Segundo seu blog POLITICAMENTE, o Governo do Paraná e outros nove estados têm até fevereiro de 2026 para enviar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) os planos de trabalho para implementar as Centrais de Regulação de Vagas (CRVs) –política criada para enfrentar a superlotação carcerária no Brasil.
A metodologia permite a combinação de soluções para garantir que cada vaga prisional seja ocupada por uma pessoa. Hoje, o cenário do sistema prisional no Paraná é de superlotação — longe, portanto, deste objetivo. O BI (Business Intelligence) mantido no site do Depen do Paraná (Departamento Penitenciário) com o Mapa Carcerário, revela um déficit de 13.204 vagas nos presídios. A capacidade das penitenciárias estaduais é para abrigar 29.482 detentos, mas hoje comportam 42.686 — 44% acima do limite. Atualmente, segundo dados do governo, o Paraná conta com aproximadamente 19 mil pessoas com tornozeleiras eletrônicas ativas. A intenção do CNJ é que as Centrais de Regulação de Vagas, que vão gerenciar a oferta e demanda por vagas nos presídios, deverão ser implantadas até abril do ano que vem no Paraná e também nos estados do Acre, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Santa Catarina.
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