Adepol (Associação dos Delegados da Polícia Civil do Paraná) e o Sidepol, referendaram a indicação de Sílvio Jacob Rockembach para Delegado-Geral da Polícia Civil, contudo, não gostaram nadinha, do governador eleito não ter nem ligado para lista tríplice escolhida pelos delegados.
As entidades até emitiram uma nota sobre o caso.
Os Presidentes da ADEPOL-PR e SIDEPOL-PR vêm por meio da presente NOTA
desejar, antes de rnais nada, muito sucesso ao Dr. Sílvio Jacob Rockembach na sua nova
missão à frente da Polícia Civil do Paraná, a paftir de janeiro do ano vindouro, na condição de
Delegado-Geral, eis que já anunciado pelo Governo eleito como o nome escolhido para
exercer esse importante cargo. Reiteramos o desejo de sucesso ao competente e nobre
colega e nos colocamos à disposição para somar em prol da Polícia Civil e da valorização do
Delegado de Polícia Judiciáría, afinal, somos uma classe respeitadora da hierarquia e
disciplina tão necessárias ao bom desempenho de nossas missÕes institucionaís. Portanto,
conte com o nosso apoío, Dr. Rockembach!Os mesmos aplausos, porém, não podem ser estendidos ao Governador eleito do
Estado do Paraná, ao menos neste momento. Não apenas porque optou por não escolher
nenhum dos três bons nomes constantes da lista tríplice votada pela classe, em 03 de
outubro de 2018 – antes, portanto, das eleições que consagraram Carlos Massa Ratinho
Júnior como Governador eleito no primeiro turno -, mas principalmente porque não nos
possibilitou um diálogo franco, frente a frente, acerca da lista tríplice votada pela classe, em
que pese termos oficiado o Governador eleito solicitando uma reunião para dialogar a
respeito, porém, infelizmente, nem resposta ao ofício nos foi dada! A lista foi simplesmente
obliterada pelo Governador eleito. Ou seja, mais uma vez os Delegados de PolÍcia do Paraná
não foram ouvidos e isso, além de causar descontentamento na classe, preocupa-nos muito,
afinal, se estamos a viver, de fato, em uma democracia, o diálogo e o respeito devem ser
observados.
Com informações do jornalista Celso Nascimento. Veja a nota na íntegra publicada pelo blog ContraPonto
(Foto/Ilustrativa)


