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A Secretaria de Governo, que tem a frente o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz e recebeu a tarefa de coordenar, monitorar e supervisionar as atividades de organismos internacionais e organizações não governamentais (ONGs) no Brasil, criada pelo presidente Jair Bolsonaro por meio de medida provisória, gerou reação da sociedade civil.
O general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, disse que o negócio não é bem assim e que a intenção não é intervir em ONGs. “O objetivo não é de restrição, não é de influir no método de trabalho, não tem nada a ver. É simplesmente de coordenação e de obter melhores resultados”. VEJA MAIS.
(Foto/Ilustrativa/Arquivo/Agência Brasil)


