Não é segredo para ninguém que o presidente empossado tem um discurso afinadíssimo contra os métodos do educador Paulo Freire. Dizem até que Bolsonaro prefere ouvir o nome do capeta do que o nome dele.
Segundo reportagem da Folha de São Paulo, edição deste domingo (06/01), entre os poucos detalhes conhecidos sobre os planos para a educação do novo governo Bolsonaro, chama a atenção, no programa, a citação do nome do educador em questão.
A matéria, assinada pelo jornalista Paulo Saldaña, diz que não há detalhes sobre o significado prático disso, mas a ideia é criticada por educadores. Seu método e filosofia exercem forte influência em algumas das melhores escolas do país. Além disso, Freire é o intelectual brasileiro mais reconhecido em todo o mundo.
O mais correto seria deixar o assunto para as pessoas que conhecem o tema.
O resto é só discurso.


