Um dos primeiros atos do presidente Bolsonaro foi assinar uma lei que dá ao município de São Joaquim, em Santa Catarina, o título de Capital Nacional da Maçã. Justamente o fruto proibido na cerimônia em que ele tomou posse, informou em sua coluna a jornalista Mônica Bergamo. Segundo nota, veiculada no site da Folha de São Paulo, o projeto foi aprovado em dezembro pelo Senado. A segurança alegou que as maçãs poderiam ser atiradas na cabeça de Bolsonaro ou de demais autoridades e, por isso, foram vetadas na festa.
E por falar em segurança, informa ainda Mônica Bergamo, em conversas reservadas com jornalistas um dia depois da posse, que ministros, inclusive militares, admitiam que houve exageros na limitação do trabalho da imprensa. Correspondentes internacionais chegaram a deixar a cobertura por causa do confinamento de mais de sete horas imposto aos repórteres no Palácio do Itamaraty.
(Foto/Ilustrativa)


