Justiça Federal de Curitiba negou novo pedido de habeas corpus ao homem considerado braço direito de Beto Richa (PSDB), Deonilson Roldo.
A justiça também negou o pedido do empresário Jorge Atherino.
Eles foram presos na Operação Piloto, 53ª fase da Lava Jato, que investiga o pagamento de propina ao grupo político do tucano em troca do favorecimento da empreiteira Odebrecht em uma licitação para obras de duplicação da PR 323, entre os municípios de Francisco Alves e Maringá (região Norte), em 2014.
A justiça aponta provas de lançamentos de R$ 3,5 milhões na contabilidade paralela da Odebrecht ao esquema, que teria Deonilson e Atherino como seus operadores. Na planilha do sistema de “caixa dois“ da empreiteira, consta o codinome de “Piloto“, que segundo as investigações, se referia a Richa. Todos os acusados neste caso negam e dizem ser inocentes.


