Agremiações partidárias e movimentos de esquerda trabalham no sentido de criarem uma frente cívica para fazer oposição ao governo Bolsonaro. A ideia é segurar geral e barrar encaminhamentos que coloquem em xeque liberdades civis. Segundo o jornalista Ricardo Galhardo, jornal O Estado de São Paulo, temas que podem dividir, como o “Lula Livre” e pautas econômicas, serão deixados de lado. A matéria dá conta ainda que a diferença entre a “frente cívica” e outras iniciativas já existentes, segundo seus organizadores, é a intenção de ampliar a participação para além das fronteiras da esquerda e atrair setores do centro. Por isso, pautas econômicas ou de interesse específico de determinado partido ou movimento serão deixadas de lado. Eles querem focar nas bandeiras de Boplsonaro, como Escola sem Partido, liberdade de imprensa, Lei Rouanet, ameaças à oposição, diretos de minorias LGBT, negros e mulheres e questões ambientais.


