Segundo a jornalista Estelita Hass Carazzai, leia-se Folha de São Paulo, as operações deflagradas colocam os negócios imobiliários da família Richa, tradicional herdeira política do estado, sob suspeita. Tanto a força-tarefa da Lava Jato quanto o Gaeco, ligado ao Ministério Público Estadual do Paraná, se debruçam sobre empresas pertencentes ou em sociedade com o político, sua mulher e os filhos do casal, que possuem dezenas de imóveis em Curitiba e região. A suspeita é que parte das transações imobiliárias feitas pelo grupo serviu para lavar dinheiro ilícito, obtido com a cobrança de propinas e percentuais em obras públicas do governo do Paraná. O ex-governador e atual candidato ao Senado é apontado, por ambos os órgãos, como “chefe” e “principal beneficiário” de um esquema criminoso de arrecadação de recursos indevidos. Já Fernanda seria a “auxiliar” na lavagem de dinheiro, por meio das empresas nas quais é sócia. O caso, porém, ainda está sob investigação, e não houve indiciamento nem acusação formal contra o ex-governador –por isso, as operações foram consideradas pela defesa uma medida oportunista e excessiva, em meio à campanha eleitoral. VEJA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA. (Foto/Ilustrativa)


