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A Pública — Agência de Jornalismo Investigativo — produziu importante matéria mostrando uma realidade desconfortante e digna de reflexão. O segundo turno das eleições presidenciais seguiu a mesma tendência de violência contra eleitores, minorias, ativistas e as próprias instituições. Uma urna foi queimada, jovens apanharam na rua e foram xingados apenas por estar com camisetas ou adesivos de candidatos. Mas os casos registrados pela Pública ao longo de duas semanas mostram que a violência foi ainda mais brutal do que no primeiro turno — em especial na região Nordeste.


