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Moçada do PSL não está engolindo a escolha de Mandetta para o Ministério da Saúde. “Nosso discurso foi contra investigados ocupar cargos no governo, agora …”

Não está nada fácil para Jair Bolsonaro aquietar os discípulos de sua agremiação partidária, o PSL. Tanto é verdade, que, nesta quarta-feira (21/11), cinco parlamentares eleitos pelo partido se espremiam em um dos elevadores de um hotel de Brasília antes de participarem de uma reunião com as bancadas do partido de Jair Bolsonaro. Os eleitos estavam incomodados com a indicação do deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para o Ministério da Saúde, chancelada um dia antes pelo presidente eleito, e comentavam sobre o constrangimento de ter que apoiar um ministro investigado. Outra situação foi registrada no Congresso. O também novato na Câmara Coronel Chrisóstomo (RO) e a senadora recém-eleita Soraya Thronicke (MS), o delegado Pablo (PSL-AM) não escondia o desconforto de ter que dar respaldo à escolha de Bolsonaro. Vou apoiar junto, mas é um ministro investigado, cheio de nó pelas costas, como dizem na minha terra, completou. As informações são da Folha de São Paulo.

(Foto/Ilustrativa)

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