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Evangélicos contra Mozart Neves Ramos, provável ministro da Educação. O “pobrema” é a Escola Sem Partido

O diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, que pode assumir o Ministério da Educação, fez a Frente Parlamentar Evangélica cair em orações e pedir que afaste os maus pensamentos de Bolsonaro. A turma já marcou reunião com Onyx Lorenzoni. Segundo o Painel da Folha, eles não só reclamam do perfil de Mozart, considerado um excelente técnico por acadêmicos, como também disseram que Bolsonaro, eleito com o apoio de religiosos, havia relegado os evangélicos após a vitória. Para conter a insatisfação, ficou pré-agendada uma reunião na transição na próxima semana.

Se a turma da Bíblia conhecer o currículo do provável escolhido, vai pensar que ele é o capeta em forma de gente. Ele nasceu politicamente no ninho de Miguel Arraes e, com ele, esse negócio de Escola Sem Partido não funciona.

(Foto/Ilustrativa)

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