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O ativista, jornalista e sociólogo Milton Alves defende a intensificação da campanha de Lula para presidente

Nem o mais otimista dos petistas, nem o mais arguto e visionário analista politico, imaginava um cenário político-eleitoral tão favorável ao Partido dos Trabalhadores (PT) como o que se configurou nos últimos dias e horas.

Lula, mesmo preso e alvo de intensa campanha midiática de desconstrução, lidera de forma absoluta todas as últimas pesquisas eleitorais, vencendo em todos os cenários e atinge cerca de 40% da preferência do eleitorado (Segundo o Datafolha). O PT apresenta uma performance exuberante nas disputas para o Senado e Câmara de Deputados em diversos estados. A tendência aponta para uma ampliação da bancada na Câmara de Deputados e no Senado. O voto na legenda cresceu, o que também fortalece as campanhas majoritárias.

O resultado colhido pelo PT, sem dúvida, foi consequência de uma tática política acertada, que combinou audácia política e uma arrojada capacidade de resiliência da direção e militância petistas. Ao apostar tudo na “Campanha por Lula presidente e por Lula Livre”, o partido animou a base militante, recuperou o prestígio nos movimentos sociais e firmou sua posição de liderança na resistência ao golpe, ao Lavajatismo e ao desmonte da democracia e dos direitos sociais, conduzido pelo governo de Temer/PSDB.

No momento, o desafio que temos pela frente exige a ampliação dos esforços da campanha “Lula presidente”, com a multiplicação da mobilização partidária e social, a organização de comitês supra-partidários em todos os grandes centros, a ocupação organizada das ruas e o impulsionamento de uma vibrante campanha nas redes sociais.

O establishment, o “mercado”, e todos os seus candidatos, a começar pelo tucano Geraldo Alckmin, procuram formas e meios para alavancar o projeto eleitoral conservador e anti-nacional, o projeto neoliberal do golpe, de retirada de direitos, de desemprego massivo e permanente. Até agora só colheram mais e mais rejeição. É um projeto rejeitado pela imensa maioria do país.  O Brasil não cabe na camisa de força desse nefasto projeto.

Como tem enfatizado a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, candidata a deputada federal, depois de bem-sucedido mandato no Senado, “não podemos errar a mão na tática política. É seguir com Lula presidente e realizar a contraposição de projetos para o país. São os dois eixos principais da campanha do PT no momento”.

Portanto, nesses próximos dias, a chave do sucesso reside na aplicação radicalizada do caminho seguido até aqui.  Lula Livre! Lula presidente para o Brasil sorrir de novo!

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