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Sem citar qualquer nome, a verdade é que parece algo orquestrado entre diretores de uma mesma empresa, e essa estrutura jurídica tenta desorganizar para dispensar.
Sabe quando o comandante-mor quer, precisa urgentemente matar alguém que pode desmontá-lo, entretanto, não tem como assumir o assassinato? Arquiteta-se algo mirabolante. Jogamos fora o inoportuno e passamos literalmente à honestidade plena.
Entendeu, ou é preciso explicar melhor?
Salve, salve, as trapalhadas que dançam na capital da bagunça.


