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A falação é do dep. Ricardo Barros (PP), líder do governo Bolsonaro na Câmara. Segundo ele, a possibilidade de prisão em segunda instância foi uma construção casuística da Lava Jato para prender o ex-presidente Lula e, assim, deixá-lo de fora das eleições de 2018.
Barros é ferrenho crítico da operação Lava Jato. Defende ainda que juízes e promotores envolvidos em ações irregulares sejam punidos.
Ele falou mais:
“Não vamos permitir que as conversas do Intercept da Lava Jato, que foram autenticadas pelo ministro Lewandowski, desapareçam. São crimes cometidos pela quadrilha da Lava Jato”.


