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Sábado de carnaval.
Eram 12 horas e alguma coisa. Meu amigo, Antonio Carlos Piai, cara da melhor qualidade, passou lá em casa para me buscar. Iríamos à caça de algo interessante para a festa carnavalesca.
Mas eu não estava em casa.
Passados alguns minutos, cheguei. A grande Dona Floriza, minha Flor, disse: “O Piai passou aqui”. Almocei e fui para a televisão, ato contínuo, soube que ele havia batido o carro.
Ele tinha um Karmann Ghia. Na pancada, onde eu deveria estar, arregaçou. Ele teve alguns ferimentos.
Fui salvo pelo atraso.
É assim.
Antonio Carlos Piai, que saudades de você.


