[10:33, 13/10/2019] Davi Leornat: Uns e outros, que agitam a bandeira da reeleição de Bolsonaro, enxergam uma grande pedra no caminho do segundo mandato do presidente. Álvaro Dias, todos sabem, não gosta nada do jeitão com que Messias cuida do rebanho. O senador paranaense avança velozmente na direção de aumentar o partido e já percebeu que seu nome pouco vai entusiasmar o eleitorado. Por conta disso, esse amor louco, essa vontade que Serginho, o “justiceiro”, se filie ao Podemos.
Na edição deste domingo, a Folha de São Paulo dá destaque às “coisinhas” do ex-nanico partido Podemos.
Segundo a reportagem dos gazeteiros Ranier Bragon e Daniel Carvalho, o partido, pequeno por mais de 20 anos, comandado sempre em família, o Podemos passou pelo maior inchaço político dos últimos tempos e alcançou o posto de segunda maior bancada do Senado.
Com forte discurso em favor da Lava Jato e anticorrupção, se tornou a opção preferencial para uma eventual candidatura presidencial do ex-juiz Sergio Moro (sem partido) em 2022.
A sigla também pode ser o destino de congressistas do PSL de Jair Bolsonaro que, hoje, estão em pé de guerra com o atual presidente da legenda, o deputado federal Luciano Bivar (PE).
A matéria diz ainda que, embora oficialmente não haja nenhum entendimento entre o atual ministro da Justiça de Bolsonaro e a legenda, o Podemos tem se colocado há muito tempo como uma espécie de “líder da bancada da Lava Jato” no Congresso e já deixou claro que terá candidato à Presidência contra Bolsonaro.
Moçada, 2022 é logo ali.


