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Dizem, nas rodas políticas, que algumas agremiações partidárias pensam em lançar candidaturas que representam determinados segmentos da sociedade, tipo, uma candidatura ruralista, um defensor de mais armas, um nome forte entre os evangélicos. Como se vê, querem desidratar Bolsonaro. A informação está na coluna do jornalista Guilherme Amado, da revista Época. Na cabeça da moçada, isso pulverizaria os votos do presidente e poderia fazer do candidato que se apresentasse de centro a pessoa que disputaria o segundo turno com Lula. Só tem uma coisa, precisam combinar com o eleitorado.


