rachadinha 3

Você acreditou que iriam “MUDAR ISSO DAÍ”? Abin teria feito relatórios para gerir a defesa do filhinho papai, Flavinho Bolsonaro. É o caso Queiroz, aquele da rachadinha. Por isso e mais um pouco, percebe-se que tudo continua como antes. Vergonha geral

A informação sobre essa “mãozinha” da Agência Brasileira de Inteligência é do jornalista Guilherme Amado, colunista da Revista Época. 

Segundo ele, a Abin produziu pelo menos dois relatórios de orientação para Flávio Bolsonaro e seus advogados sobre o que deveria ser feito para obter os documentos que permitissem embasar um pedido de anulação do caso Queiroz.

A matéria, veiculada no GLOBO, dá conta que nos dois documentos, obtidos pelo colunista, e  cuja autenticidade e procedência foram confirmadas pela defesa do senador, a Abin detalha o funcionamento da suposta organização criminosa em atuação na Receita Federal (RFB), que, segundo suspeita dos advogados de Flávio, teria feito um escrutínio ilegal em seus dados fiscais para fornecer o relatório que gerou o inquérito das rachadinhas.

Guilherme Amado conta mais. Ele diz que os documentos, enviados em setembro para Flávio e repassados por ele para seus advogados, os documentos contrastam com uma versão do general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, que afirmou publicamente que não teria ocorrido atuação da Inteligência do governo após a defesa do senador levar a denúncia a Bolsonaro, a ele e a Alexandre Ramagem, diretor da Abin, em 25 de agosto.

 

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