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Na pandemia, o governo Bolsonaro entregou a aliados o controle do dinheiro destinado a serviços de saúde nos estados e municípios. Fonte de recursos utilizados para bancar compras de ambulâncias, atendimentos médicos e construção de hospitais, o Fundo Nacional de Saúde (FNS), ele distribuiu em 2021 boa parte dos R$ 7,4 bilhões em emendas a redutos eleitorais de caciques do Centrão.
Tudo isso ignorando os critérios técnicos. A informação vem de reportagem do Globo, edição deste domingo (15/05/22). Segundo o relator do Orçamento deste ano, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), o FNS se tornou um “instrumento de negociação” política.
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