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Em sua coluna no GLOBO, a jornalista Vera Magalhães diz que vale tanto quanto uma cédula de R$ 3 a nota em que Jair Bolsonaro usa o marqueteiro de Michel Temer como “ghost-writer”, ou seja, escritor fantasma, um profissional pago para escrever textos oficialmente assinados por outras pessoas. Trabalho para ajoelhar no milho diante do Supremo Tribunal Federal e fingir um arrependimento que não tem das ameaças de golpe que sinceramente proferiu no 7 de Setembro.

Vera Magalhães diz mais, quem fingir que acredita no propósito de se moderar, de obedecer aos desígnios do Judiciário e de zelar pela independência e harmonia dos Poderes feito por Temer é cínico, burro ou ingênuo. Ou um mix dos três.
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