racista

Não é racismo. Delegada que apura o espancamento até a morte de um negro no Carrefour diz que não se trata de racismo. Entretanto, não explicou porque o caso não se enquadraria como racismo. Talquei, talquei, delegada, imagine se fosse o filho de um “pistolão”, todo arrumadinho, branquinho e tudo mais, será que os homens transvestidos de segurança agiriam da mesma forma?

NÃO TEM CONDIÇÕES…

Ah, pior é que tem uns e outros que aplaudem a ação bárbara.

A informação sobre a falação da delegada Roberta Bertoldo é destaque na grande mídia do país.
Na capital paulista, em Porto Alegre e outras localidades, começam a ser realizadas manifestações contra a barbárie no estado gaúcho.
Veja todos os detalhes na reportagem do jornalista Paula Sperb, Folha de São Paulo.

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